ASSESSMENT OF THE MANGROVE IN THE JEQUIÁ ENVIRONMENTAL PROTECTION AND URBAN RECOVERY AREA (RIO DE JANEIRO – RJ) THROUGH A RAPID ASSESSMENT PROTOCOL  / AVALIAÇÃO DO MANGUEZAL DA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL E RECUPERAÇÃO URBANA DO JEQUIÁ (RIO DE JANEIRO – RJ) POR MEIO DE PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO RÁPIDA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.66049/

Palavras-chave:

Manguezal Urbano, Protocolo de Avaliação Rápida para Manguezais Urbanos, Áreas Protegidas, Integridade Ambiental

Resumo

O Protocolo de Avaliação Rápida é um dos métodos utilizados para avaliação da qualidade de diferentes sistemas ambientais. Este estudo tem por objetivo avaliar a integridade ambiental do manguezal localizado na Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana do Jequiá, na Ilha do Governador, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), por meio da criação e aplicação de um protocolo para manguezais urbanos. A metodologia envolve a definição de parâmetros e aplicação em campo em dez pontos de análise. Os resultados indicaram condição ambiental de regular a boa, destacando trechos bem conservados e outros impactados por resíduos sólidos, efluentes e processos de sedimentação. Constatou-se que o ecossistema mantém resiliência ecológica, embora sofra pressões urbanas. O fortalecimento das políticas públicas, a educação ambiental e o controle da ocupação irregular são essenciais para garantir a conservação e o funcionamento ecológico do manguezal e a sustentabilidade ambiental da área.

Referências

ALMEIDA, L. S. Educação ambiental contextualizada: relações e implicações do verde urbano em uma escola pública de Juazeiro/BA. Dissertação (Mestrado em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos) - Universidade do Estado da Bahia, 2024.

ALMEIDA, V. C.; COELHO-JUNIOR, C.; ASSAD, L. P.; BARCELLOS, R. L.; TRAVASSOS, P. E. P. F.; FEITOSA, F. A. do N. Constatação de resíduos sólidos no manguezal da baía do Sueste - Fernando de Noronha – PE. Tropical Oceanography, Recife, v. 42, n. especial, p. 1-12, 2014. Disponível em: <https://periodicos.ufpe.br/revistas/TROPICALOCEANOGRAPHY/article/view/5758/5019>. Acesso em: 12 de set. 2025.

ARAUJO, C. Despoluição desigual na Baía de Guanabara: melhoria da água nas praias da Zona Sul do Rio não se reflete em outros pontos. O Globo, Rio de Janeiro, 5 jun. 2025. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/rio/noticia/2025/06/05/despoluicao-da-baia-de-guanabara-melhoria-da-agua-nas-praias-da-zona-sul-do-rio-nao-se-reflete-em-outros-pontos.ghtml>. Acesso em: 18 out. 2025.

BARBOSA, D. Caranguejo de laboratório. Revista Ciência Hoje, Rio de Janeiro, v. 37, n. 220, p. 46-47, 2005.

BEZERRA, W. M. Microbioma de sedimentos de manguezais brasileiros e seu potencial biotecnológico. 2015. 137f. Tese (Doutorado em Biotecnologia) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2015.

BEZERRA, W. M.; TAVARES, T. C. L.; NOGUEIRA, V. L. R.; NORMANDO, L. R. O.; BOMFIM, T. A.; ANGELIM, A. L.; MELO, V. M. M. Bacteriome associated with Rhizophora mangle sediments within brazil semi-arid mangroves. Arquivo de Ciências do Mar, Fortaleza, v. 55, (v. especial - 60 anos), p. 34-51, 2022. Disponível em: <https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/64623>. Acesso em: 18 out. 2025.

BIZZO, M. R. O.; MENEZES, J.; ANDRADE, S. F. Protocolos de Avaliação Rápida de Rios (PAR). Caderno de Estudos Geoambientais – CADEGEO, vls. 05-06, 2014. Disponível em: <http://www.cadegeo.uff.br/index.php/cadegeo/article/view/20/19>. Acesso em: 02 jan. 2025.

BLOTTA, K. D.; GUIMARÃES, L. L.; BRAZ, E. M. Q.; MAGENTA, M. A. G.; RIBEIRO, R. B.; GIORDANO, F. Diagnóstico de manguezais periurbanos após 20 anos de impactos antrópicos. Research, Society and Development, v. 10, n. 1, 2021. Disponível em: <https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/10657>. Acesso em: 23 abr. 2025.

BOTELHO, R. G. M. Trilhas consolidadas e incipientes: proposta e reflexão. 2016a.

BOTELHO, R. G. M. Relatório de campo: Aplicação de um Protocolo de Avaliação Rápida (PAR) ao riacho Macarrão, área urbana de Juazeiro (BA). IV Encontro de Parceiros Conviverde: resultados 2012 – 2016. CD ROM. 2016b.

BOTELHO, R. G. M.; TÔSTO, K. L.; RANGEL, L. A. Protocolo de Avaliação Rápida (PAR): o método e suas aplicações. IN: BRITO, F. G. A.; GIANELLA, L. C.; SEABRA, R. S. (Orgs.). Análise Ambiental e Gestão do Território: contribuições teórico-metodológicas. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 340 p., 2018.

BRASIL. Decreto n. 12.045, de 5 de junho de 2024. Institui o Programa Nacional de Conservação e Uso Sustentável dos Manguezais do Brasil – ProManguezal. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 6 jun. 2024.

BRASIL. Lei n. 9.985, de 18 de julho de 2000. Institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC). Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 19 jul. 2000.

BRASIL DE FATO. TCE suspende indenização para Águas do Rio e abre brecha para questionar privatização da CEDAE. Brasil de Fato, 15 out. 2025. Disponível em: <https://www.brasildefato.com.br/2025/10/15/tce-suspende-indenizacao-para-aguas-do-rio-e-abre-brecha-para-questionar-privatizacao-da-cedae/>. Acesso em: 18 out. 2025.

BROUWER, R. L.; SCHRAMKOWSKI, G. P.; DIJKSTRA, Y. M.; SCHUTTELAARS, H. M. Time Evolution of Estuarine Turbidity Maxima in Well-Mixed, Tidally Dominated Estuaries: The Role of Availability- and Erosion-Limited Conditions. Journal of Physical Oceanography, v. 48, n. 8, p. 1629-1650, 2018.

CALLISTO, M; FERREIRA, W; MORENO, P; GOULART, M; PETRUCIO, M. Aplicação de um protocolo de avaliação rápida da diversidade de hábitats em atividades de ensino e pesquisa (MG-RJ). Acta Limnologica Brasiliensia, v.34, n.1, p.91-98, 2002. Disponível em: <https://jbb.ibict.br/handle/1/708>. Acesso em: 04 jan. 2025.

CAMPOS, E. V.; OLIVEIRA, H. M. de; SILVA, J. P. S. da; BARBOSA, M. V. M.; SANTOS, M. S. Espécie invasora Sonneratia apetala presente no manguezal de Cubatão-SP. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso Técnico em Meio Ambiente) – ETEC de Cubatão, Cubatão-SP, 2024. Disponível em: <https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/28203>. Acesso em: 29 abr. 2025.

CELERI, M. J.; MENDES, L. E. T.; LIMA, R. M. B. F.; VASCONCELOS, T. R. A cidade, o mangue e os resíduos sólidos: estudo de caso do manguezal Vinhais, São Luís – MA. Geografia em Atos (Online), Presidente Prudente, v. 3, n. 10, p. 163–186, jan./abr. 2019. Disponível em: <https://revista.fct.unesp.br/index.php/geografiaematos/article/view/5710>. Acesso em: 24 abr. 2025.

CIDREIRA, V. C. A. Impacto do assoreamento sobre o desenvolvimento estrutural do bosque de mangue do rio Tabaginga, Suape, Pernambuco, Brasil. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Pernambuco. CTG. Programa de Pós-Graduação em Oceanografia, 2014.

CORREIA, M.D.; SOVIERZOSKI, H.H. Ecossistemas marinhos: recifes, praias e manguezais. Maceió: EDUFAL, 2005.

CPRH – AGÊNCIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DE PERNAMBUCO. Odor nos manguezais: causas e impactos. Jornal da USP, 7 fev. 2024. Disponível em: <https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-especie-exotica-identificada-em-manguezais-da-baixada-santista-preocupa-especialistas/>. Acesso em: 22 abr. 2025.

DUARTE, L. F. A.; RIBEIRO, R. B.; MEDEIROS, T. V.; SCHEPPIS, W. R.; GIMILIANI, G. T. Are mangroves hotspots of marine litter for surrounding beaches? Hydrodynamic modeling and quali-quantitative analyses of waste in southeastern Brazil. Regional Studies in Marine Science, v. 67, n. 20, 2023. Disponível em: < https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S2352485523003675?via%3Dihub>. Acesso em: 12 de set. de 2025.

DUARTE, T. L. S.; REZENDE, V. A. Degradação dos manguezais em Aracaju/SE (Brasil): impactos socioeconômicos na atividade de catador do caranguejo-uçá (Ucides cordatus). Revista Brasileira de Meio Ambiente, v. 7, n. 1, p. 86–97, 2019. Disponível em: <https://revistabrasileirademeioambiente.com/index.php/RVBMA/article/view/189>. Acesso em: 22 abr. 2025.

ESTEVES, F. A. Fundamentos de limnologia. 3. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2011.

FERNANDES, V.; MADEIRA, F. Mangue de lixo: resíduos viajam por rio e mar até manguezal no ES. A Gazeta, 09 nov. 2023. Disponível em: <https://www.agazeta.com.br/meio-ambiente/mangue-de-lixo-residuos-viajam-por-rio-e-mar-ate-manguezal-no-es-1123>. Acesso em: 7 out. 2025.

FERREIRA, J. A. A produção social da Comunidade de Jequiá: limites e desafios de resistências. In: SILVA, C. A. da (org.). Pesca Artesanal e Produção Do Espaço: desafios para a reflexão geográfica. Rio de Janeiro: Editora Consequência, 2014.

FERREIRA; B. D.; SILVA, R. J. M. Reaproveitamento de Cascas de Marisco na Produção de Concreto. In: XVII Congresso Internacional sobre Patologia e Reabilitação das Construções, Fortaleza, 2021.

G1 PARAÍBA. Poluição em mangues reduz peixes em rios, reclamam pescadores da PB. G1 Paraíba, 12 maio 2016. Disponível em: <https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2016/05/poluicao-em-mangues-reduz-peixes-em-rios-reclamam-pescadores-da-pb.html>. Acesso em: 22 abr. 2025.

IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Manual Técnico da Vegetação Brasileira. Manuais Técnicos em Geociência, n. 1, 2ed., 2012.

ILHA CARIOCA. Prefeitura inicia desassoreamento do Rio Jequiá. Rio de Janeiro, [s.l.], 2019. Disponível em: <https://ilhacarioca.com/prefeitura-inicia-desassoreamento-do-rio-jequia/>. Acesso em: 18 out. 2025.

ILHA NOTÍCIAS. Manguezal sofre com assoreamento. Rio de Janeiro, Edição 1780, 2016. Disponível em: <https://ilhanoticias.com.br/noticia/noticias-ed1780>. Acesso em: 17 out. 2025.

ILHA NOTÍCIAS. Prefeitura faz dragagem no manguezal. Rio de Janeiro, edição 2227, 2024. Disponível em: <https://www.ilhanoticias.com.br/noticia/Prefeitura_faz_dragagem_no_manguezal>. Acesso em: 18 out. 2025.

IPP – INSTITUTO PEREIRA PASSOS. Áreas Protegidas[dados]. Território e Meio Ambiente. Instituto Pereira Passos, DATA.Rio, 2021. Disponível em: <https://www.data.rio/>. Acesso em: 22 out. 2024.

KRISTENSEN, E.; BOUILLON, S.; DITTMAR, T.; Organic carbon dynamics in mangrove ecosystems: a review. Aquatic Botany, v. 89, p. 201–219, 2008. Disponível em: <https://doi.org/10.1016/j.aquabot.2007.12.005>. Acesso em: 22 abr. 2025.

LIMA, A. A. M. Baía de Guanabara e Petrobras: Degradação, Conflitos e Produção da Injustiça Ambiental. Dissertação. Programa de Pós-graduação em Geografia, UERJ, 120 f., 2020. Disponível em: <http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/24250>. Acesso em: 7 out. 2025.

LIRA, J. L. M.; GONZAGA, V. G. B.; SOARES, N. R. O.; SANTANNA, S. A. C.; SOUZA, M. A. Impactos ambientais sobre áreas de manguezais: uma revisão integrativa. In: SILVA, M. E. D. (Org.). Meio Ambiente: questões éticas x progresso tecnológico. Ponta Grossa – PR: Atena, 2021.

LOPES, V. M.; GIRÃO, O.; RIBEIRO, S. C. Etnoecologia do Litoral Norte de Pernambuco: Município de Goiana. Espaço Aberto, Rio de Janeiro, Brasil, v. 11, n. 1, p. 81-98, 2021. Disponível em: < https://revistas.ufrj.br/index.php/EspacoAberto/article/view/36800>. Acesso em: 08 ago. 2025.

MACHADO, C. J. S. Gestão de águas doces.1° Ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. 372 p.

MAGALHÃES, P. B. Ocorrência de leishmaniose visceral humana num ecossistema de manguezal – primeiro relato de surto e fatores de risco associados. Dissertação (Mestrado em Biotecnologia em Saúde e Medicina investigativa), Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz, Salvador, 2009.

MARCHI, C. M. D. F.; PIMENTEL, P. C. B.; NASCIMENTO, M. C. P. Os resíduos sólidos no contexto da educação ambiental, do ecossistema manguezal e da fotografia. Revista Ambiente & Sociedade, n. 25, 2022. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/asoc/a/PwzdHbpWPvmN8f8fRL5QqtK/?lang=pt>. Acesso em 12 de set. 2025.

MARIANO NETO, M.; SILVA, J. B. Estimativas dos estoques de carbono em ecossistema de manguezal no Brasil: uma revisão. Geoambiente On-line, Goiânia, n. 45, 2023. Disponível em: <https://revistas.ufj.edu.br/geoambiente/article/view/75044>. Acesso em: 12 jan. 2025.

MARTIN, C.; ALMAHASHEER, H.; DUARTE, C. M. Mangrove forests as traps for marine litter. Environmental Pollution, v. 247, pp. 499-508, 2019. Disponível em: < https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0269749118343902?via%3Dihub>. Acesso em 12 set. 2025.

MARTINS, F. Instituto Rio Metrópole faz mediação do debate sobre o projeto "Saneamento, a Baía de Guanabara Agora Limpa". Instituto Rio Metrópole, Governo do Estado do Rio de Janeiro, 2024. Disponível em: <https://www.rj.gov.br/irm/node/257>. Acesso em: 18 out. 2025.

MINELLA, L.; GUIMARÃES, A.; RODRIGUES, A. S. L.; MALAFIA, G. Adequação de um protocolo de avaliação rápida de rios para ser usado por estudantes do ensino fundamental. Ambiente & Água, v. 7, n. 3, 2012. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/ambiagua/a/mLWK9JGvphxF8PzdcRqhcxs/>. Acesso em: 28 out. 2025.

MOCHEL, F. L.; OLIVEIRA, F. R. F. Caracterização de clareiras em áreas de manguezal na Baía de Turiaçu, Amazônia costeira maranhense. Boletim do Laboratório de Hidrobiologia, v. 24, n. 2, p. 43–50, 2011. Disponível em: <https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/blabohidro/article/view/1871>. Acesso em: 21 abr. 2025.

NASCIMENTO, R. C. M.; COSTA, C. R.; MAGAROTTO, M. G.; SILVA-CAVALCANTI, J. S.; COSTA, M. F. Qualidade da água de três estuários tropicais expostos a diferentes níveis de urbanização. Revista de Gestão Costeira Integrada, v. 20, n. 3, p. 169-178, 2020.

ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.

PACHECO, D. Espécie exótica identificada em manguezais da Baixada Santista preocupa especialistas. Jornal da USP, Ciências, 7 fev. 2024. Disponível em: <https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-especie-exotica-identificada-em-manguezais-da-baixada-santista-preocupa-especialistas/>. Acesso em: 23 abr. 2025.

PECORELLA, D. P.; COSTA, V. C. da. Análise espaço-temporal da mudança da cobertura vegetal e uso da terra na Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana (APARU) do Jequiá - Ilha do Governador - município do Rio de Janeiro (RJ). Revista Geociências (São Paulo: online), v. 43, p. 461-474, 2024. Disponível em: <https://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/geociencias/article/view/18346>. Acesso em: 18 jan. 2025.

PEREIRA, F. R. S.; KAMPEL, M.; RUDORFF, N.; SILVA, P. V. M.; GALAZZO, V.; VALERIO, A. M. Análise da potencial relação entre o índice de turbidez da água e a cobertura do manguezal da região da Baía de Guanabara. Anais do Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, 2023. Disponível em: <https://proceedings.science/sbsr-2023/papers/analise-da-potencial-relacao-entre-o-indice-de-turbidez-da-agua-e-a-cobertura-do?lang=en>. Acesso em: 22 abr. 2025.

PINTO, F. N.; MASSONE, C. G.; SENEZ-MELLO, T.; SILVA, F. S.; CRAPEZ, M. A. C. Interferência da ocupação urbana na distribuição de poluentes orgânicos persistentes em manguezal. Revista Engenharia Sanitária Ambiental, v. 27, n. 2, 2022. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/esa/a/pMP3JRcTzNnKc6mx9fBYmhF/?lang=pt>. Acesso em 11 de set. 2025.

REITERMAJER, D.; VIANA, J. C.; QUEIROZ, A. F. S.; CELINO, J. J. Geoquímica dos sedimentos de manguezais do estuário do rio Sauípe, litoral norte da Bahia, Brasil. Cadernos de Geociências, v. 8, n. 2, pp. 99-106, 2011.

RIO DE JANEIRO (RJ). Decreto nº 12.250, de 31 de agosto de 1993. Declara, como Área de Proteção Ambiental e Recuperação Urbana (APARU) do Jequiá, a área que menciona e dá outras providências. Disponível em: <https://leismunicipais.com.br/a/rj/r/rio-de-janeiro/decreto/1993/1225/12250/decreto-n-12250-1993-declara-como-area-de-protecao-ambiental-e-recuperacao-urbana-aparu-do-jequia-a-area-que-menciona-e-da-outras-providencias>. Acesso em: 22 set. 2024.

RODRIGUES, A.S.L.; CASTRO, P.T.A. Protocolos de Avaliação Rápida: Instrumentos Complementares no Monitoramento dos Recursos Hídricos. RBRH – Revista Brasileira de Recursos Hídricos, v. 13, n. 1, 2008. p. 161-170.

SALES, G. S. de. Espécies exóticas invasoras em unidades de conservação brasileiras: estudo de caso da Terminalia catappa L. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2021. Disponível em: <https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/59472>. Acesso em: 23 abr. 2025.

SAMPAIO, J. A. G. Invasão biológica em manguezais subtropicais: uma avaliação dos fatores que favorecem a invasão e efeitos sobre o estoque de C e N no sedimento e biomassa de plantas nativas. 2019. xiv, 77 f., Dissertação (Mestrado em Ciências Ambientais) – Universidade de Brasília, Faculdade de Planaltina, Brasília, 2019. Disponível em: <https://repositorio.unb.br/handle/10482/35997>. Acesso em: 22 abr. 2025.

SANTOS, J. P. B.; OLIVEIRA, J. C. S.; FABRICANTE, J. R. Estrutura populacional e impactos da exótica invasora Thespesia populnea (L.) Sol. ex Corrêa sobre a vegetação nativa de mangue. Hoehnea, v. 48, 2021. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/2236-8906-115/2020>. Acesso em: 23 abr. 2025.

SCHAEFFER-NOVELLI, Y. Manguezal: ecossistema entre a terra e o mar. São Paulo, Caribbean Ecological Research, 1995.

SCHAEFFER-NOVELLI, Y.; CINTRÓN, G. Guia para estudos de áreas de manguezal: estrutura, função e flora. São Paulo: Caribbean Ecological Research, 1986.

SCHAEFFER-NOVELLI, Y.; ROVAI, A. S.; COELHO-JUNIOR, C.; MENGHINI, R. P.; ALMEIDA, R. Alguns impactos do PL 30/2011 sobre os manguezais brasileiros. In: SOUZA, G.; JUCÁ, K.; WATHELY, M. (Org.) Código Florestal e a Ciência: o que nossos legisladores ainda precisam saber. Brasília – DF: Comitê Brasil. 2012. p. 18-27.

SCHAEFFER-NOVELLI, Y.; VALE, C. C. do; CINTRÓN, G. Monitoramento do ecossistema manguezal: estrutura e características funcionais. In: TURRA, A.; DENADAI, M. R. (Orgs). Protocolos para o Monitoramento de Habitats Bentônicos Costeiros. ReBentos. São Paulo: Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, 2015.

SEGANTIN, V. Adaptação de um protocolo de avaliação rápida para análise das condições ambientais de um córrego por alunos do ensino médio. Dissertação (Mestrado profissional - Geografia Profissional) - Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Ciências e Tecnologia, Presidente Prudente, 2022.

SILVA, G. C. P.; SOUZA, L.; ALMEIDA, A. S. O.; MARQUES, R. T. Planejamento para implantação de uma trilha ecológica na Reserva Cultural e Ambiental de cidade de Barbacena utilizando um protocolo de avaliação rápida. Revista de Geografia – UFJF, v. 15, n. 1, 2025. Disponível em: <https://periodicos.ufjf.br/index.php/geografia/article/view/45197>. Acesso em: 30 out. 2025.

SILVA, L. S. B.; LIMA, N. G. de; CONTI, L. A.; CUNHA-LIGNON, M. Caracterização e mapeamento de clareiras em florestas de mangue no Mosaico do Lagamar, estados de São Paulo e Paraná. Anais do XX Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, Florianópolis, 2023. Disponível em: <https://proceedings.science/sbsr-2023/trabalhos/caracterizacao-e-mapeamento-de-clareiras-em-florestas-de-mangue-no-mosaico-do-lagamar-estados-de-sao-paulo-e-parana?lang=pt>. Acesso em: 21 abr. 2025.

SOARES, M.L.G. Estrutura vegetal e grau de perturbação dos manguezais da Lagoa da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Revista Brasileira de Biologia, n. 3, v. 59, 1999. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/rbbio/a/GZ9qFwMHNQkWt7Mr9scfQdG/>. Acesso em: 11 jan. 2025.

SOARES, M.L.G.; CHAVES, F.O.; CORRÊA, F.M.; SILVA JÚNIOR, C.M.G. Diversidade Estrutural de Bosques de Mangue e sua Relação com Distúrbios de Origem Antrópica: o caso da Baía de Guanabara (Rio de Janeiro). Anuário do Instituto de Geociências – UFRJ, v. 26, p. 101-116, 2003.

SOBRINHO, M. A. M.; ANDRADE, A. C. O desafio da conservação de manguezais em áreas urbanas: identificação e análise de conflitos socioambientais no Manguezal do Pina – Recife – PE – Brasil. Unimontes Científica, Montes Claros, v. 11, n. 1/2, 2009. Disponível em: <https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/2270>. Acesso em: 26 abr. 2025.

SOUSA, C. R. S. S. Diversidade e abundância dos caranguejos estuarinos (crustacea, brachyura) dos manguezais do rio Benfica, Benevides, Pará. Dissertação (Mestrado) - Programa de pós-graduação em Aquicultura e Recursos Aquáticos Tropicais (PPGARAT), Campus Universitário de Belém, Universidade Federal Rural Da Amazônia, Belém, 2022.

SOUZA, M. A. T.; BUARQUE, A. Olhando para o passado, pensando o futuro: as pesquisas arqueológicas na Ilha do Governador, Rio de Janeiro. Revista de Arqueologia, v. 32, n. 2, p. 178–196, 2019. Disponível em: <https://revista.sabnet.org/ojs/index.php/sab/article/view/719>. Acesso em: 30 out. 2025.

SPALDING, M.; KAINUMA, M.; COLLINS, L. World Atlas of Mangroves. 1. ed. London: Routledge, 2010.

TINH, P. H.; HANH, N. T. H.; VAN THANH, V.; TUAN, M. S.; VAN QUANG, P.; SHARMA, S.; MACKENZIE, R. A. A comparison of soil carbon stocks of intact and restored mangrove forests in Northern Vietnam. Forests, v. 11, issue 6, 2020. Disponível em: <https://www.mdpi.com/1999-4907/11/6/660>. Acesso em: 15 jan. 2025.

TWILLEY, Robert R.; CHEN, R. H.; HARGIS, T. Carbon sinks in mangroves and their implications to the carbon budget of tropical coastal ecosystems. Water, Air, and Soil Pollution, v. 64, n. 1-2, p. 265-288, 1992.

VIKOU, S. V. P.; DA PAZ, O. L. S.; PILATTI, D. M.; DE PAULA, E. V. Analysis of Anthropic Pressure on Urban Mangroves: Subsidies for Environmental Protection and Territorial Planning. Sociedade & Natureza, [S. l.], v. 35, n. 1, 2023. Disponível em: <https://seer.ufu.br/index.php/sociedadenatureza/article/view/67515>. Acesso em: 14 out. 2025.

Downloads

Publicado

2026-08-02